Iniciativas APCC

Evento em Vilamoura - 15 Julho 2017

O Verão está aí, na praia e no campo, no lazer, desporto ou trabalho o calor e sobretudo a radiação UV (ultravioleta) fazem-nos lembrar que nos devemos proteger adequadamente do Sol e estarmos atentos a um sinal novo ou que se modificou que pode ser o primeiro alerta de um Cancro da Pele.

A Associação Portuguesa de Cancro Cutâneo (APCC), com o apoio da Sociedade Portuguesa de Dermatologia (SPDV) e a Direção Geral da Saúde (DGS) promovem no próximo dia 15 de Julho na Praia da Falésia, em Vilamoura mais uma iniciativa de sensibilização para os cuidados a ter com o Sol mas, este ano, como novidade, irão demonstrar aos veraneantes e a toda a população uma forma prática de cada um de nós efetuar o Rastreio do Cancro Cutâneo. Imagens de sinais sem perigo e sinais com perigo, os vários aspetos que nos ajudam a identificar os cancros da pele, folhetos informativos, um esquema de autoexame, um espelho e um telemóvel, serão algumas das ferramentas que permitem este Rastreio de Cancros da Pele. Estarão presentes os dermatologistas Osvaldo Correia, António Picoto, João Nuno Maia e Silva, entre outros, que lideram um grupo de mais de 30 voluntários que, juntamente com Rosa Mota (ex Campeã Olímpica) irão estar neste Sábado, em que está previstos elevados índices de UV e temperatura. A mensagem a reter é que o autoexame da pele está para o cancro da pele como a palpação mamária está para o cancro da mama.

A escolha da melhora hora de exposição solar (quando a nossa sombra é maior do que nós próprios), a procura do inicio e final do dia, a exposição gradual ao Sol, para evitar as queimaduras e alergias solares, o indispensável uso do chapéu de modo a que proteja o couro cabeludo, orelhas e face, o uso dos óculos escuros com proteção UVB e UVA, o uso adequado dos protetores solares, que deverão ser de proteção igual ou superior a 30 mas que deverão ter, idealmente, a consistência de creme ou leite, pois aqueles muito fluidos frequentemente não permitem verdadeira eficácia anti UVB e anti UVA. O protetor solar, sobretudo quando com intenção de nos expormos na praia ou piscina, deverá ser aplicado cerca de 20 a 30 minutos antes e deverá ser renovado cerca de 1,5 a 2 horas depois ou após o banho mas não deverá servir para prolongar o tempo de exposição solar. O facto de não ficarmos vermelhos não nos assegura que estamos protegidos! Para exposições mais prolongadas em férias, no desporto ou trabalho não esquecer o uso de roupa de textura não porosa, que proteja o decote, braços e antebraços. Na praia, procure a sombra, não esqueça o guarda sol largo ou, de preferência, uma barraca. A exposição solar moderada é útil e desejável mas exposições prolongadas trazem riscos cujos efeitos nefastos traduzidos por manchas, envelhecimento precoce da pele e várias formas de cancros da pele podem surgir, por vezes, anos mais tarde.

O número previsível de novos casos de Cancros da Pele em 2017 em Portugal é superior a 12.000 novos casos, dos quais mais de 1.000 serão novos casos de melanoma. Destaque ainda para o número crescente dos carcinomas basocelulares, dos carcinomas espinocelulares e das suas lesões precursoras, as queratoses actínicas.
No sentido de sensibilizar para este tema toda a população, no lazer, desporto ou trabalho a APCC lança esta semana, com a adesão de mais de 100 autarquias, dispersas por todo o país, uma campanha nacional de rede de muppies, intitulada "Só temos uma pele para toda a vida" onde se sensibiliza ao uso do chapéu, roupa, sombra, protetor solar e onde se disponibiliza imagens de cancros da pele para facilitar o auto-exame e rastreio de cancro da pele.

No Mês passado Julho 2017 No Mês próximo
D S T Q Q S S
26 1
27 2 3 4 5 6 7 8
28 9 10 11 12 13 14 15
29 16 17 18 19 20 21 22
30 23 24 25 26 27 28 29
31 30 31

Próximos eventos

  • Sem Eventos

Patrocínios Científicos

   

Apoios